John Green é um
autor muito badalado atualmente, mas confesso que não faço dos apaixonados por
ele. No entanto, quando vi o lançamento de Tartarugas Até Lá Embaixo, fiquei
interessada: primeiro, pela capa – que achei diferente; depois, pela sinopse –
que também achei diferente; e, por fim, por ter referências a Star Wars :)
Em Tartarugas Até
Lá Embaixo, conhecemos Aza Holmes, uma adolescente de 16 anos que tem TOC
(Transtorno Obsessivo Compulsivo) e sua melhor amiga Daisy (que escreve fanfics de Star Wars e daí as referências). Ao descobrirem que um
milionário, envolvido em alguns escândalos de corrupção, está desaparecido, as
meninas decidem procura-lo.
E não é que duas
adolescentes podem ter mais sorte que a polícia?
O livro tem um
final satisfatório, apesar de previsível. Mas, sem dúvida, o que mais importa
aqui é o caminho que nos fez chegar nesse final. Ao longo das páginas, John
Green quebra tabus falando dessa doença (para quem não sabe, ele próprio sofre de TOC) e caracterizando a personagem de tal forma que é impossível não
se sensibilizar com ela.
Só que a saudade permanecia. Assim como a saudade que eu tinha do meu pai. E de Harold. Eu sentia falta de todos. Estar vivo é sentir saudades.
Os demais
personagens também são bem descritos e as histórias secundárias que compõe o
livro nos fazem refletir bastante, principalmente em relação aos filhos desse
milionário excêntrico e a relação familiar que eles possuem.
Por todos esses
pontos, ressalto que me surpreendi com a leitura e considero essa obra a melhor
do autor!

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Obrigada pela atenção. Assim que possível estarei respondendo :)